sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Cuidados com a Identidade Digital

Silvio Pereira
Consultor
Ao contrario da velha e boa assinatura que nos garantia a nossa autenticidade, mas criava burocracia e lentidão, a informática com a internet facilitou a troca das transações comerciais com muito mais facilidade e agilidade. Toda esta tecnologia acabou trazendo o termo que estou chamando de identidade digital, pois possibilitou que qualquer um assuma a identidade de outra pessoa de forma consensual ou não. Estas novas formas definidas para identificar quem é você no mundo digital, passou a criar varias responsabilidades às pessoas, que em alguns casos não estão preparadas para assumir, como: armazenar, manter sigilo e memorizar diversas senhas, portar cartões que permitem efetuar gastos sem estar presente, assinar ou ser preciso se identificar.
Faço uma pergunta ao leitor: Quantas operações com cartão você efetuou ultimamente e foi solicitada a sua identidade? Se fizer uma operação com cartão de outra pessoa consensualmente provavelmente será aceito sem nenhum questionamento.
Temos que ficar atentos, pois para manter a agilidade, o sistema atual precisa ser altamente permissivo, ainda mais quando o portador tem os dados necessários para efetuar a operação, mesmo que quem esteja efetuando não seja a pessoa e não foi autorizada a fazê-la.
As instituições financeiras estão cada vez mais preocupadas com as operações não autorizadas e criam diversos mecanismos para evitá-las, como: o uso de várias senhas de acesso, softwares nas máquinas do usuário que a identificam e permitem efetuar operações e em casos mais importantes o uso de token e leitores digitais. Alguns cuidados que podemos ter para evitar estas operações não autorizadas são: manter a senha sempre memorizada, caso ache necessário escrever ou armazená-la crie um critério que só você entenderá quando olhá-la, aumentando, colocando caracteres aleatoriamente ou somando alguns valores nas senhas. Nunca escreva ou forneça a sua a senha simplesmente em um papel para evitar que outras pessoas façam o uso indevido. Caso faça compras online, acesse os sites mais conhecidos e sempre de equipamentos confiáveis, que estejam com todos os softwares atualizados principalmente o antivírus.
Se você não quiser utilizar nenhum recurso tecnológico fornecido por qualquer instituição financeira, protocole uma carta não aceitando estes recursos para evitar transtornos futuros, principalmente para aqueles que não se sentem à vontade e tenham dificuldades com as novas tecnologias.
Se precisar de esclarecimento ou tiver alguma dúvida sobre esta matéria ou qualquer assunto sobre informática, faça o seu comentário abaixo.
Sílvio Pereira, engenheiro, pós-graduado no ITA em Segurança da Informação, Consultor especializado em Segurança da Informação, Virtualização e Cloud Computing. E-mail: spereira@gn2.com.br

País Imaginário

Silvia Vinhas
BandSports
A reflexão que o juiz de Direito Marcelo Semer fez em seu blog sobre a FIFA vale reprise. A entidade se coloca acima do bem e do mal em nome da organização de um dos maiores eventos do planeta, a Copa do Mundo. A briga pela Lei Geral da Copa, imposta ao país-sede chega a ser utópica. A FIFA quer, por exemplo, rapidez e não embaraços para os vistos de quem participa do evento e de quem lucra com ele. Quer ultrapassar prazos e obstáculos para a garantia da propriedade intelectual, quer uma justiça rápida e ágil para as causas que enfrentar, ou que a União enfrentar por ela. Para quem conhece o Direito, sabe que a lei da Copa pode ser tudo, menos geral. É uma lei de específica legislação. Tudo o que nela está escrito se desmanchará no ar em dezembro de 2014. Infelizmente. Um país imaginário e perfeito que dura até o apito final no Maracanã.
Mas convenhamos, exigir a liberação de bebidas alcoólicas nos estádios, negar o direito do jovem e dos idosos da meia entrada, proibir as lojas e ambulantes que sobrevivem das vendas no entorno do estádio por conta de interesses e contratos publicitários é invadir e desprezar o direito do cidadão que recebe o evento. Essa tem sido a maior guerra que a presidente Dilma Roussef trava com a entidade para aceitar a Lei Geral.
E pra finalizar, o pior de todos os desastres. Com o atraso nas obras dos estádios, a seleção brasileira pode nem chegar a conhecer o novo Maracanã.
Marcelo Semer nos leva a outra reflexão: para quem supõe estranheza com o tamanho do poder de uma entidade internacional com começo, meio e fim lucrativo, devia entender o recado que os indignados estão espalhando mundo afora, do Cairo a Barcelona, de Nova York a São Paulo.
Silvia Vinhas é apresentadora dos programas Magazine e Opinião Livre, dos canais Bandsports e TV Unip, respectivamente. Fale com ela: leitor@grupo1.com.br

Lá vem água!!! E a temporada das enchentes!

Aurelio Miguel
Vereador SP
O paulistano padeceu um bocado com o inverno e outono seco que enfrentamos. E já estamos nos preparando para a temporada dos dilúvios. Se vier a chuva esperada, vamos testemunhar nova safra de enchentes. Vamos colher dissabores e sofrimentos. A cidade vai transbordar, mas os responsáveis de plantão já têm a desculpa pronta: choveu demais, acima do que era possível imaginar. Dirão isso com os pés secos e a consciência leve. Nada dirão sobre o fato de não terem investido a dinheirama separada no orçamento da cidade para obras contra enchente. Dos 1,5 bi previstos, apenas metade foi investido em três anos. A metade que resta será gasta em 2012, por coincidência um ano eleitoral. Santa coincidência.
Ao guardar esse dinheiro, Kassab deixou de limpar bueiros, bocas de lobo e galerias. Uma enorme contribuição para as enchentes paulistanas. Mas a culpa será sempre da chuva. Sem falar nas muitas obras que não saíram do papel e outras que estão pela metade. Um exemplo disso podemos ver na rua Ulysses Cruz. Alguém duvida de que teremos problemas¿ Pois é, culpa da chuva.
O senhor prefeito e seus amigos preferiram guardar o dinheiro do orçamento para usa-lo em 2012 e nesse tempo colecionaram assinaturas para seu novo partido. O PSD sim será o grande culpado pelas enchentes que virão. Roubou tempo do prefeito que cuidou dele ao invés de cuidar da cidade. E o cidadão comum vai sonhar em ter um bote na garagem. Sonho de consumo dos que residem em áreas sujeitas a enchentes.
Quando criança, na Vila Sônia, vivi o drama das enchentes. Testemunhei famílias perdendo tudo. Diante da tragédia provocada pela natureza e a insensatez dos homens públicos, resta o sentimento de impotência. Se o senhor Kassab pudesse ter a noção do que esse fato provoca na saúde, nas finanças e no moral das famílias, certamente não teria jogado para baixo de seu tapete eleitoral esses mais de R$ 700 milhões.
Aurélio Miguel – Vereador de São Paulo

Nova Faria Lima vai ter “base voadora” da PM

Na última edição da Gazeta noticiamos as mudanças que serão realizadas na Av. Faria Lima, entre elas novas calçadas, pios com cimento moldado com faixa de orientação para deficientes visuais, fiação elétrica aterrada etc. 
Um novo projeto para a Faria Lima foi divulgado esta semana na imprensa. Trata-se de uma “base voadora” da Polícia Militar, projetada pelo arquiteto Ruy Ohtake.
Embora o projeto tenha uma aparência futurista, a inspiração foi uma árvore, segundo Ohtake. É  composto por uma base circular, com diâmetro semelhante ao de um tronco, na qual ficaria uma escada que levaria à base propriamente dita: elevada, em formato de disco feito de metal e vidro e com vista  de 360º, mais ou menos do tamanho de uma copa de árvore.
O projeto prevê vestiário masculino e feminino para PMs e salas de reunião, monitoramento e expediente.
Após ter ajustes e ser levada a uma construtora, a proposta será envida à Prefeitura para o pedido de liberação da área. A expectativa é que a base seja entregue em meados de 2012 – o custo previsto é de cerca de R$ 350 mil, captados com parceiros.

Fiscalização mais rígida para calçadas

As novas regras de fiscalização das calçadas passarão a valer a partir de terça-feira (1º), com multas mais pesadas para trechos danificados, com obstáculos aos pedestres ou com acúmulo de sujeira. O proprietário ou inquilino do imóvel em frente ao local com problema deverá pagar no mínimo R$ 300 por metro linear de fachada. Antes, o valor da infração era limitado em R$ 510, aplicado independente da dimensão da área.
Com as novas regras, uma calçada danificada em 20 metros de extensão representará uma multa de R$ 6 mil, por exemplo. Outra especificação da nova lei é que a multa não será entregue somente ao proprietário do estabelecimento com falhas no passeio, sendo estendida ao locatário também.
O grupo de fiscalização será coordenado pelo engenheiro Amauri Pastorello, ex-subprefeito de Pirituba e Sé, e poderá aplicar as penalidades no momento em que as irregularidades forem flagradas. Segundo a lei anterior, as multas ocorriam 30 dias após a advertência, período que o responsável tinha para reparar o passeio. A nova política de fiscalização também irá ampliar a área mínima para circulação dos pedestres, que passará de 90 centímetros para 1,20 metros.
No caso da sujeira, a infração custará R$ 4 (quatro reais) por metro quadrado. Já os mobiliários urbanos instalados indevidamente, como bancos e lixeiras de condomínios, irão render penalidade de R$ 300 cada. O trabalho de fiscalização será gerenciado pela Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, e os agentes utilizarão máquinas fotográficas para comprovar as falhas de manutenção.

Quitinetes em alta no mercado imobiliário

Antes conhecidos no mercado imobiliário por concentrar unidades de três a quatro dormitórios, os bairros de Pinheiros, Campo Belo e Brooklin voltam a fazer parte dos planos das construtoras no segmento de unidades com apenas um dormitório. Entre os principais fatores que impulsionaram o ressurgimento deste modelo de empreendimento, conhecido nos anos 1960 e 70 como “quitinete”, estão a valorização do metro quadrado na região em que estão situados e o perfil dos compradores.
De 2006 a 2008, Pinheiros, Campo Belo e Brooklin tiveram juntos apenas três lançamentos de apartamentos compactos.  Porém, hoje estes imóveis representam quase metade dos projetos em andamento nestes bairros, sendo procurados por um público jovem, formado por solteiros ou casais sem filhos.
Geralmente, o consumidor que procura apartamentos com estas características preza pela conveniência das imediações, onde devem estar o local de trabalho, opções de lazer e redes de transporte, como metrô ou corredores de ônibus.
Mas, a tendência de crescimento do mercado de imóveis com um dormitório também atrai a atenção de investidores, interessados na venda ou aluguel. Em alguns casos, o repasse da unidade ao futuro morador acontece antes mesmo das chaves serem entregues, com o apartamento ainda na planta.

Donos têm 60 dias para justificar imóvel vazio

Imóvel desocupado na Rua Guaicurus, Lapa
Proprietários de imóveis ou terrenos desocupados deverão justificar à Prefeitura de São Paulo em 60 dias por que os locais estão ociosos. Estabelecimentos nestas condições serão enquadrados na cobrança progressiva do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). O objetivo da medida é fazer com que casas e apartamentos abandonados venham a ganhar uma função social.
De acordo com levantamento da administração municipal, hoje a capital paulista tem cerca de 3 milhões de metros quadrados desocupados, sendo que a maioria dos imóveis está no Centro e em áreas onde foram implantadas as operações urbanas Faria Lima, Água Branca e Água Espraiada.  
Os estabelecimentos abandonados em geral são galpões, terrenos baldios, prédios ou sobrados vazios. A legislação estipula que caso o proprietário não tenha a utilização do imóvel comprovada, o IPTU irá automaticamente dobrar a cada ano. Posteriormente, num prazo de cinco anos, o local poderá ser desapropriado se atingir 15% do seu valor, sendo convertido em moradia popular.

Metrô de SP pode ter sotaque carioca

Linha 20 passará por centros comerciais como a Av. Faria Lima, despertando interesse de empresas
A Linha 20 - Rosa do Metrô, que ligará os bairros de Lapa e Moema, poderá ser operada por uma empresa carioca, a Invepar. O novo ramal passará por importantes centros financeiros de São Paulo, como a Avenida Brigadeiro Faria Lima. Nestas áreas de grande potencial de consumo serão instaladas galerias subterrâneas de lojas, uma das vantagens para quem assumir a administração da linha.
Responsável por dois ramais na capital fluminense, a Invepar, composta pela construtora OAS e por um fundo de pensão do Banco do Brasil e Petrobrás, encaminhou uma Manifestação de Interesse Privado (MIP) ao Metrô (Companhia do Metropolitano de São Paulo). Pelas regras estaduais das Parcerias Público-Privada (PPP), a proposta terá de ser divulgada por meio de edital, para que as ofertas de grupos concorrentes sejam formalizadas.
A avaliação das empresas interessadas em administrar a Linha 20 - Rosa deverá ser concluída pelo governo em 2013, para que o projeto seja executado a partir de 2014. Tanto a administração quanto as obras do ramal ficarão a cargo da iniciativa privada. O primeiro modelo de PPP no metrô de São Paulo foi aplicado na Linha 4 - Amarela, porém, com parte da construção sob responsabilidade do Estado.
A Linha 20 - Rosa ligará os bairros de Lapa e Moema, passando por Pinheiros e Brooklin, com a previsão de entrega para 2025. O governo estadual deverá utilizar na realização do projeto R$ 2 bilhões da Prefeitura de São Paulo, obtidos por meio da venda de títulos imobiliários da Operação Urbana Faria Lima.

Polêmica - Demolir o Morumbi e fazer novo estádio para o São Paulo

Grandes empresas do mercado imobiliário, apoiadas pelos poderes municipais e estaduais planejam uma proposta que, caso venha a ser oficializada, irá abalar os dirigentes do São Paulo Futebol Clube: derrubar o Morumbi. O assunto surgiu após o jornal Folha de S. Paulo publicar que construtoras estariam interessadas em erguer empreendimentos na área onde está o estádio, oferecendo como contrapartida uma nova arena praticamente anexada à futura Estação Vila Sônia do Metrô. O novo local abrigaria cerca de 45 mil pessoas para jogos e 65 mil em shows.
A ideia teria tanto o apoio do prefeito Gilberto Kassab quanto do vice-governador Guilherme Afif Domingos, também para amenizar a negativa política da FIFA para a Copa 2014 no Morumbi e para modernizar e aparelhar com equipamentos de última geração o São Paulo, que vai ter muita concorrência do novo Palestra Itália e do Itaquerão. Por enquanto, não há nenhuma proposta formal, apenas intenções. Porém, mesmo ainda sendo remota, a possibilidade de demolição do estádio já causa desconforto aos dirigentes do clube. “Isso não vai acontecer, é uma ideia extraterrestre”, afirmou à imprensa o polêmico presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio.
Hoje, a intenção das construtoras só viria a se tornar realidade caso o projeto fosse aprovado pelo Conselho Deliberativo do clube, que em sua maioria, neste momento é contra a proposta. O vereador Marco Aurélio Cunha rechaça a ideia: “Isso pode acontecer daqui a vinte anos, não agora”. Em tempo: a linha 17 Ouro do Metrô, em sistema de monotrilho, terá a sua estação principal na Praça Roberto Gomes Pedrosa, imediatamente defronte ao Morumbi.
O estádio do São Paulo começou a ser construído após a compra de uma área de 145 mil m2, em 1951, no bairro do Jardim Leonor. Em dezembro daquele mesmo ano, a incorporadora Aricanduva, que pertencia em 80% ao na época prefeito Adhemar de Barros e ao empresário João Saad, doou outro terreno que veio a ser anexado ao clube para viabilidade do projeto. A arena foi inaugurada parcialmente em 1960, sendo que atualmente passa por um processo de modernização, incluindo a cobertura das arquibancadas a partir de 2012.

Parques municipais permanecem sem vigilância

Esta semana a Prefeitura de São Paulo finalizou o contrato com a empresa que cuida da segurança de 36 áreas verdes da cidade. Como a administração ainda não contratou ninguém para fazer o serviço, parques como o Ibirapuera, Trianon, Aclimação, Anhanguera, Guarapiranga e Alfredo Volpi, no Morumbi, sequer têm previsão de quando vão receber novos vigilantes.
A Prefeitura afirma que decidiu romper o contrato depois de constatar  repetidas faltas de funcionários da GSV Segurança e Vigilância  Ltda. A GSV foi contratada em 2008, por cerca de R$ 15 milhões, para cuidar dos parques municipais, mas atualmente passa por processo de recuperação judicial – medida legal para evitar a falência. Por causa desses problemas econômicos, funcionários não têm recebido pagamento e vários abandonaram seus postos nos últimos meses, deixando os parques paulistanos mais inseguros.
Segundo a Prefeitura, já aplicou diversas multas contra a empresa. A principal irregularidade constatada foi o “número elevado” de faltas de vigias e postos de segurança descobertos em tempo integral. A GSV também foi autuada por não apresentar comprovantes de pagamentos de benefícios sociais e plano de saúde para seus funcionários.
A normalização da situação vai depender da região onde os parques estão localizados.

Teodoro Sampaio ganha projeto de revitalização

Reunião para debate técnico do projeto de revitalização da Teodoro Sampaio
Por meio de um projeto urbanístico, a Rua Teodoro Sampaio poderá ganhar um novo visual para impulsionar o comércio e valorizar ainda mais o bairro. A proposta foi debatida ontem (27), em reunião do Comitê de Política Urbana da Distrital Pinheiros da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). A iniciativa partiu de empresários com lojas entre as ruas Capote Valente e Oscar Freire, o primeiro trecho a ser beneficiado, e será financiada por futuros patrocinadores. A perspectiva dos coordenadores do trabalho é que o planejamento técnico seja lançado oficialmente em maio de 2012.
O projeto de revitalização da Rua Teodoro Sampaio será baseado em conceitos de sustentabilidade. As calçadas passarão por reforma, ganhando um piso liso e permeável, que ofereça condições de acessibilidade para pessoas com dificuldade de locomoção. Mobiliários urbanos como bancos, lixeiras e paraciclos serão instalados no passeio para estimular a relação da população com o espaço público.
A via também deverá ganhar uma rede de câmeras de vigilância para proporcionar mais segurança aos pedestres e lojistas, favorecidos também por um novo sistema de iluminação, com preferência para lâmpadas LED, mais econômicas. Outra intervenção urbanística com foco no meio ambiente será o plantio de árvores, que além de criar uma nova perspectiva paisagística, deixará a rua mais convidativa para quem gosta de caminhadas aos finais de semana, por exemplo.
Porém, as intervenções com foco na sustentabilidade não serão voltadas apenas ao meio ambiente. “Pretendemos remodelar as fachadas dos estabelecimentos por meio de parceria com uma grande fabricante de tintas, que tenha uma política de responsabilidade social, com qualificação de pessoas de baixa renda para a realização do serviço”, explica o coordenador do Comitê de Política Urbana da Distrital Pinheiros, o advogado Fabrício Cobra.
O projeto de revitalização da Teodoro Sampaio tem o apoio do Sebrae e é coordenado também pela arquiteta geral do Comitê de Política Urbana da ACSP, Sully Alonso, e pelos membros do comitê da Distrital Pinheiros, o arquiteto Thomas Papa e o empresário Ricardo Papa. A apresentação oficial do planejamento será realizada em 8 de novembro, na sede da Distrital Pinheiros, que tem como superintendente Enrico Cirillo.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Windows Update é preciso?

Silvio Pereira
Consultor
Para responder esta pergunta é interessante entendermos porque o Windows Update foi criado e como devemos usa-lo de forma adequada. Todo software, incluindo o Windows, mesmo após passar por um ambiente de testes são necessários efetuar correções. Estas atualizações (updates) servem para corrigir falhas que só podem ser detectadas após o uso intensivo de muitos usuários em ambientes diversos. Os updates também adicionam recursos, melhoram o produto e principalmente corrigi falhas de vulnerabilidades do sistema. Este último item é o fator mais importante para as pessoas e empresas que se preocupam com segurança e ataque de hacker. Toda vulnerabilidade ou falha de segurança é a porta de entrada testada por qualquer hacker para efetuar um ataque. Existem diversos sites que documentam as vulnerabilidades e oferecem ferramentas que mostram como invadir determinado sistema quando esta falha é detectada. As vulnerabilidades não estão presentes somente nos sistemas operacionais, mas também nos aplicativos como: Adobe PDF Reader, Quick Time, Adobe Flash, Microsoft Office e os browsers mais conhecidos como: Internet Explorer, Mozilla Firefox, Safari da Apple e o Google Chrome. É muito importante não utilizar software desconhecido ou hackeado, pois quase sempre inclui um modulo mal intencionado juntamente com o aplicativo. Para ambientes de maior complexidade existe a função dentro do TI que gerencia o impacto de atualizações na empresa e somente executa após testes evitando problemas nas aplicações utilizadas.
Na duvida, atualizar todos os produtos para a ultima versão é a melhor prática e a minha recomendação.
Se precisar de esclarecimento ou tiver alguma duvida sobre esta matéria ou qualquer assunto sobre informática, faça o seu comentário abaixo.
Sílvio Pereira, engenheiro, pós-graduado no ITA em Segurança da Informação, Consultor especializado em Segurança da Informação, Virtualização e Cloud Computing. E-mail: spereira@gn2.com.br

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

O fim de um sonho – Steve Jobs

Steve Jobs, o fim de um sonho de um menino extraordinário que nasceu em uma nação que lhe deu oportunidades e com a sua genialidade mudou o mundo e a forma fácil de usar a tecnologia com divertimento.
Tive o prazer de viver e presenciar toda a evolução da Apple e ascensão deste gênio na minha vida profissional. Com certeza uma pessoa exigente que sempre lutou pelos seus ideais e com seu temperamento agradou e desagradou pessoas pela sua vida. Responsável pela forma inovadora que utilizamos os nossos telefones, a internet pelos tablets, a forma de escutarmos musica e principalmente os seus equipamentos poderosos na manipulação de imagens que são utilizados por 100% das pessoas de criação e publicidade. A história ira retribuir e nunca o esquecerá, pois a partir de hoje ele se torna um eterno mito.
A homenagem que a Apple no seu site prestou ao seu fundador demonstra o que esta pessoa iluminada deixou aos que bem próximos conseguiram ter o privilegio de trabalhar e viver o seu dia a dia.
“A Apple perdeu um gênio visionário e criativo e o mundo perdeu um ser humano fantástico. Os que tiveram a sorte de conhecer Steve e trabalhar com ele perderam um amigo querido e um mentor que os inspirava. Steve deixa uma empresa que só ele poderia ter criado. Seu espirito será sempre a base da Apple.”
Fiquei triste com o afastamento do Steve Jobs em agosto passado e hoje estou de luto como todos os admiradores deste gênio e da Apple. Para as pessoas espiritualistas como eu, esta vida perdeu um gênio, mas com certeza a sua alma irá iluminar novamente em algum momento.
Se precisar de esclarecimento ou tiver alguma duvida sobre esta matéria ou qualquer assunto sobre informática, faça o seu comentário abaixo.
Sílvio Pereira, engenheiro, pós-graduado no ITA em Segurança da Informação, Consultor especializado em Segurança da Informação, Virtualização e Cloud Computing. E-mail: spereira@gn2.com.br

Encontros especiais

Silvia Vinhas
BandSports
Rainha que nunca perde a majestade. Os traços da jovem cheia de sonhos que conheci em Singapura, no Mundial de Basquete em 1989, dão lugar à personalidade marcante e forte, presentes da maturidade. Entre risos de alegria e comemoração, brindamos seu aniversário e a conquista da vaga para os Jogos Olímpicos de 2012. Hortência é diretora da Seleção Brasileira de Basquete Feminino desde 2009 e colhe já os frutos do que plantou. Com planejamento e uma nova gestão de trabalho, conseguiu reunir um grupo de atletas que pode reeditar os tempos de ouro em que ela reinava soberana, ao lado de Magic Paula. Fala com entusiasmo de sua intensa e total participação nessa vitória. Confessa que só não entra em quadra. Será que não?
Na final contra  a Argentina, na Colômbia, disse que só pelo aquecimento das Hermanas já sentiu que o Brasil venceria. Coisa de gente que sabe, né?  Ela faz o meio de campo, analisa, observa, trabalha o psicológico, separa o destempero de algumas para não contaminar o grupo. Afinal, muitas mulheres juntas sempre exigem atenção, certo?  Enio Vechio cuida da técnica, da estratégia de jogo, ela dá a liga do bolo... consistente. A ex-jogadora reverenciada no mundo inteiro, confessa encantada que descobre a cada dia o prazer e o desafio da gestão esportiva. Estuda muito. Anos atrás, jamais pensaria em ocupar um cargo de direção. Hoje, está à vontade, resultado de muita pesquisa e trabalho. Hortência se reinventa e diz estar só no começo: “Meu sonho é fazer  um trabalho de seleção, de garimpo mesmo!”.  Cada federação no Brasil escolhe duas ou três meninas para serem testadas e analisadas por uma equipe multidisciplinar, que iria até elas  para treiná-las. Tem muita gente boa no Brasil que nem sonha em jogar porque nunca teve uma chance. Quero criar essa chance”.
Perguntei qual era a emoção maior na carreira, estar dentro ou fora das quadras... “Respondeu sem hesitar: a emoção é a mesma. O prazer de ver as meninas jogarem bem e terem a chance real de conquistar voos mais altos é muito gratificante”
Numa semana em que perdemos o gênio do mundo digital, Steve Jobs, a reflexão é ter o privilégio de conviver com pessoas especiais. E é ele que ensina: “Para se ter sucesso, é necessário amar de verdade o que se faz. Caso contrário, levando em conta apenas o lado racional, você simplesmente desiste. É o que acontece com a maioria das pessoas”.
Não com Hortência.
Silvia Vinhas é apresentadora dos programas Magazine e Opinião Livre, dos canais Bandsports e TV Unip, respectivamente. Fale com ela: leitor@grupo1.com.br

Regra 11 - Impedimento

Salvio Spinola
Arbitro da FIFA
A regra do impedimento é a de menor texto, a mais polêmica e a que mais interfere nos resultados das partidas. O texto é simples: Um jogador estará em posição de impedimento quando se encontrar mais próximo da meta adversária do que a bola e o penúltimo jogador adversário. O jogador não está em posição de impedimento quando se encontrar em sua própria metade do campo e estiver na mesma linha do penúltimo adversário ou nos dois últimos. Não há impedimento se o jogador receber a bola diretamente de um arremesso lateral, um tiro de meta ou um escanteio. O impedimento somente será marcado se a bola for jogada ou tocada por um companheiro e o jogador em posição interferir no jogo, interferir em um adversário ou ganhar vantagem pela posição de impedimento. Pronto simples e curto. Mas apenas no texto. É de dificílima interpretação e prática. Tem que olhar a bola sendo lançada e o jogador que recebe. O árbitro-assistente tem que ser especialista, ter uma ótima visão periférica e principalmente, saber se posicionar.
Resposta da pergunta da semana passada:
Resposta correta letra e. Pela regra, pode-se adotar como critério para definir uma equipe como vencedora a utilização de prorrogação, disputa por pênaltis e gols marcados fora de casa.
Pergunta para próxima semana:
Se o atacante estiver com o pé atrás do penúltimo zagueiro adversário, mas o braço à frente, o que deve considerar o árbitro?
a)      Impedido.
b)      Posição legal.
c)      Depende da interpretação do árbitro.
O leitor Fábio Izidoro, do Tatuapé, pergunta:
O que é mesma linha? Na regra do impedimento houve uma alteração recente, onde passou a considerar uma posição correta quando o atacante está posicionado na mesma linha do defensor.

Perigo passa ao lado nas calçadas da Marginal

Veículos em alta velocidade representam risco aos pedestres
Andar pelas calçadas da Marginal do Pinheiros pode não ser uma boa ideia, principalmente em horários sem trânsito. Isso porque são nestes períodos em que os veículos podem desenvolver mais velocidade e os motoristas perderem o controle do volante, colocando em risco a vida de pedestres como a dona de casa Miriam Baltresca, 58 anos, e de sua filha, a advogada Bruna, 28, que morreram atropeladas a poucos metros do Shopping Villa-Lobos no último dia 17.
Apesar de não serem estreitas, com 2,5 m de largura, as calçadas da Marginal do Pinheiros têm alguns obstáculos fixos em boa parte da sua extensão, como postes e lixeiras. Veículos que estacionam de maneira irregular em cima do passeio também dificultam a circulação dos pedestres, que são obrigados a caminhar pela via para prosseguir o caminho.
Outro agravante é a ausência de barreiras de proteção. Próximo ao shopping, por exemplo, há uma mureta que começa na esquina da Marginal com a Avenida Arruda Botelho e se estende em 100 metros, terminando a uma curta distância do local onde ocorreu o atropelamento de Miriam e Bruna.
Para aumentar a segurança dos pedestres na Marginal, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informou que estuda a ampliação da mureta, e a direção do Villa-Lobos afirma estar à disposição da Prefeitura de São Paulo para analisar formas de se melhorar a segurança na via.

Motos “dominam” avenidas da região

Motociclistas já são maioria na Eusébio Matoso
Apesar da frota de motos ser menor que a de carros no trânsito de São Paulo, ela já aumentou de maneira significativa em algumas vias da região, como nas avenidas Rebouças, Professor Francisco Morato e Eusébio Matoso, com destaque para esta última. O cenário é confirmado por recente levantamento da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) com base em dados registrados no ano passado.
Um dos trechos mais utilizados pelos motociclistas na Capital é o da Eusébio Matoso entre a Rua Cardeal Arcoverde e a Marginal do Pinheiros, principalmente pela manhã, das 7h às 10h, quando passam cerca de 6.500 motos. O fluxo registrado é 52% maior do que o da Avenida 23 de Maio, antes a "campeã" da cidade no que se refere a veículos motorizados sobre duas rodas. 
No primeiro período de pico do dia, o tráfego na Eusébio Matoso é composto em 40,5% por motos. O motivo principal para a avenida ser o corredor preferido pelos motociclistas é a ligação que ela permite entre regiões residenciais, como o bairro do Butantã, e centros financeiros da cidade, como as avenidas Brigadeiro Faria Lima, Luis Carlos Berrini e Paulista.

Avenida será prolongada até o Estádio do Morumbi

Considerada pela Prefeitura de São Paulo como uma das saídas para aliviar o trânsito na zona Sul, a Via Perimetral poderá ser entregue até o final do primeiro semestre de 2013. A nova avenida terá 6,1 quilômetros e ligará o Estádio do Morumbi, na Praça Roberto Gomes Pedrosa, à Marginal do Pinheiros, na altura da Ponte João Dias.
A Perimetral já tem 1,5 quilômetros em etapa de finalização entre a Ponte João Dias e o Cemitério do Morumbi, sendo que a maior parte de sua extensão está compreendida em Paraisópolis, viabilizada por meio de investimentos direcionados aos trabalhos de urbanização da favela pelo Município.
O traçado restante da avenida começará na Rua Dr. Flávio Américo, passando pela Rua Senador Otávio Mangabeira e Avenida Jules Rimet, terminando na Praça Roberto Gomes Pedrosa. Nas áreas ao longo do trajeto estão previstas desapropriações de aproximadamente 80 imóveis, já programadas nos planos da Linha 17- Ouro do Metrô.
A Perimetral será construída paralela à Avenida Giovanni Gronchi e é orçada em R$ 39,2 milhões pela Prefeitura, que antes a tinha prometido para o fim de 2010. A nova via terá duas faixas em cada sentido, com um canteiro central de 2 metros onde serão erguidas as vigas do monotrilho.

Primavera traz diversas atrações de lazer

A Primavera chegou e, com ela, além das belas flores, a estação traz também diversas atrações de lazer. Confira:
Parque Villa- Lobos – Dentro de uma cúpula, o orquidário Ruth Cardoso abriga 157 espécies – 120 nativas e 37 híbridas – em 550 vasos espalhados por 523m2. Uma vez por mês, há oficinas gratuitas de cultivo da planta. A. Prof. Fonseca Rodrigues, 2.001 – Alto de Pinheiros. Tel.: 3023-0316.
Parque Previdência – Em uma área que abriga densa vegetação remanescente de Mata Atlântica, o parque possui trilhas e orquidário. Exposição de flores e oficinas de plantio terminam hoje. Rua Pedro Peccinini, 88 – Butantã. Tel.: 3721-8951.
Orquidário da Mata – Há mais de sete anos no mercado, diz possuir 3.000 espécies nativas e híbridas. O preço da maioria fica entre R$ 35 e R$ 70. Plantas raras podem chegar a R$ 250. Oferece cursos em três níveis, faz manutenção e replante.
Orquidário Morumby – Loja é produtora e vende espécies com preços que variam de R$ 30 a R$ 400. Promove festival da planta até o final do mês, com brindes e cursos.  Av. Prof. Vicente Rao, 1.513 – Santo Amaro. Tel.: 5041-2391.
Feira de Flores Ceagesp – Vale a pena levantar mais cedo numa manhã de terça ou sexta-feira para ir à feira de fores da Ceagesp. É nesta época que 70% dos tipos vendidos estão abundantes, o que significa mais variedade e preço pelo menos 20% mais baixo. É possível comprar 20 rosas colombianas por R$ 25 e lírios a R$ 15 (maço). Às segundas e quintas, a venda é somente no atacado, com entrada pelo portão 6. A. Dr. Gastão Vidigal, 1.946 (portão 4, pavilhão MLP) – Vila Leopoldina. Tel.: 3643-3858. Ter e sex.: 5h às 10h30.

Qualidade do ar continua ruim na Capital



Segundo boletim diário divulgado pela Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), de um total de 11 estações de medição da qualidade do ar em funcionamento, 7 entraram em estado de atenção. Entre elas, as das regiões do Ibirapuera e da USP, apesar da grande quantidade de vegetação nessas áreas.
O fato de o poluente ozônio fazer despencar a qualidade em praticamente todas as regiões, entrando no estado de atenção, é incomum. Apenas em Santana (zona Norte) e em Parelheiros (extremos da zona Sul) o ozônio não atingiu níveis considerados críticos para saúde das pessoas.
A explosão dos níveis de ozônio vem ocorrendo devido a uma combinação de altas temperaturas com muitas horas de insolação.
Além das condições climáticas, este tipo de poluição se forma porque a cidade de São Paulo tem muita poluição, oriunda da frota de veículos e da atividade industrial.
Nos últimos cinco anos, tanto o ozônio quanto a poeira têm virado os grandes vilões da qualidade do ar nas grandes cidades do País.