sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Arbitragem | Acréscimo

Salvio Spinola
Arbitro FIFA
Acréscimo de tempo perdido

A reposição do tempo perdido é de total responsabilidade do árbitro. Não há nenhuma fórmula de cálculo onde o árbitro deve multiplicar uma determinada  quantidade de segundos por substituições ou determinada quantidade de minutos por cada entrada da maca no campo de jogo. O Árbitro utiliza dois relógios, um serve para cronometrar o tempo perdido com atendimento a jogadores lesionados, substituições e reposição de bola. Por volta de 43 minutos de jogo, deve indicar ao quarto árbitro o tempo que irá acrescentar para que este torne pública a decisão tomada quanto ao tempo a ser acrescido. Após esta indicação e caso o jogo seja novamente interrompido, o Árbitro pode fazer novo acréscimo de tempo.
Resposta da pergunta da semana passada:
Alternativa B. Pode mostrar cartão somente para jogadores. Para membros da comissão técnica, apenas pode excluir ou advertir verbalmente.
Pergunta para próxima semana:O árbitro pode encerrar o jogo em um escanteio quando já terminou o tempo regulamentar mais os acréscimos?
Por favor responda a enquete ao lado

O leitor Emerson Villela, de Santo Amaro, pergunta: Em um jogo onde o árbitro concede 3 minutos de acréscimo, ocorre um pênalti marcado pelo árbitro aos 48 minutos, pode o árbitro encerrar o jogo e não deixar cobrar o pênalti? Não, a única situação que a regra permite que continue o jogo após o término do tempo é para cobrança de tiro penal.
 

Esportes | O Sonho

Sílvia Vinhas
BandSports
O sonho ainda não acabou

Foi a primeira vez, desde 1990, que o Basquete Feminino do Brasil não  conseguiu avançar às quartas de final num Mundial. Parou na muralha  das anfitriãs, a Republica Checa. Segundo as jogadoras, o problema  para o baixo desempenho, foi a falta de entrosamento no início do torneio, refletido na derrota para a Coréia do Sul, logo na estréia.
Segundo o técnico Carlos Colinas, contratado em março, não houve a atenção necessária em momentos importantes. Campeã mundial na  Austrália em 1994 e medalha de bronze nos jogos Olímpicos de Sidney, a  veterana Helen também admitiu o rendimento abaixo do esperado na  Republica Checa. Por outro lado, ela manifestou confiança no futuro do elenco brasileiro.
Fiquei muito triste com o resultado decepcionante das nossas meninas,  muito mais pelo trabalho árduo da ex jogadora Hortência, hoje a frente da Confederação Brasileira. Acredito muito nesse grupo e no que está sendo desenvolvido. Essa gestão está preocupada com o futuro do basquete, diferente da anterior, da qual estamos colhendo os frutos agora. Toda uma implantação e grande investimento nas categorias de base está sendo feito.
Acredito na determinação de Hortência que arregaçou as mangas e apostou toda sua experiência num basquete a longo prazo. Levou novos talentos para intercâmbio nos EUA, saiu pelo Brasil  organizando "peneiras" e garimpando atletas, ousou trazer um técnico especialista nas categorias de base, administrou brilhantemente o ego de grandes estrelas, mexeu com o brio, com a vontade, com a confiança. E foi justamente essa confiança que faltou. Tempo para unir o grupo e trabalhar o psicológico, o que na minha opinião,  faz a diferença.
Hortência sempre me passa otimismo com a vida, com seus posicionamentos cheios de vibração e energia. Ela é a maestra de uma nova geração que deve ser muito bem preparada para os próximos anos. Londres e depois Brasil. O sonho não acabou.

Política | Monotrilho

Aurélio Miguel
Vereador
Monotrilho não é a melhor solução

A cidade de São Paulo precisa de soluções de transporte que levem em consideração não apenas o presente, mas o futuro. Nesse sentido, defendo que se descarte imediatamente a idéia da implantação de monotrilho como proposta de transporte público de massa, principalmente na região do Morumbi. Há outros caminhos, mais viáveis (metrô) e muito mais econômicos (corredor de ônibus). Já temos exemplos sobre o prejuízo causado à cidade pelas cicatrizes provocadas com esse tipo de intervenção aérea no cenário da cidade. O elevado Costa e Silva, o Minhocão, está ai para que todos vejam o desastre que é. Resolveu uma questão viária, mas devastou uma enorme área de São Paulo. Na ocasião, outras soluções foram descartadas. Agora pode ser tarde para reverter a verdadeira hecatombe urbana provocada em diversas vias das mais bonitas e significativas da cidade (av. São João, General Olímpio da Silveira, praça Marechal Deodoro, Amaral Gurgel, etc.).
Ao planejar um monotrilho para a região do Morumbi, os responsáveis pelo projeto não estão levando em conta muitas características da região. O tipo de ocupação, a necessidade da população, as características dos bairros atingidos, o valor dos imóveis a serem desapropriados, os prejuízos ao meio ambiente, a degradação visual e habitacional, além de outros prejuízos previstos para a implantação do sistema de monotrilho. Sistema, aliás, que já nasceria com data marcada para ficar ultrapassado, dada a sua conhecida limitação e a demanda crescente. Além disso, modelo criticado nos diversos locais onde foi instalado como Las Vegas, Seatlle (Estados Unidos), Kuala Lampur (Malásia) e Dubai (Emirados Árabes Unidos).
Recente pesquisa do IBOPE mostra que metade da população de São Paulo possui automóvel em casa. Desse total, 26% usam o carro para se locomover ao trabalho. O paulistano demora em média 2h47 por dia para ir e voltar ao serviço. Falta uma melhor condição de mobilidade ao morador da capital paulista. Se essas condições fosses melhores, 76% dos que usam o carro dariam preferência ao transporte coletivo. E essa situação tende a se agravar, pois cresce a cada dia o número de carros nas ruas do município. O sistema de monotrilho não garante essa melhoria para o futuro. O prejuízo que causaria é maior que os benefícios que geraria em curto prazo. Ainda é tempo de se promover uma obra definitiva para solucionar um problema crônico para o paulistano. Vou usar toda minha capacidade de luta para que isso seja alcançado com a melhor aplicação possível do dinheiro público, o menor prejuízo para os moradores das áreas atingidas pela intervenção necessária e a maior longevidade dos benefícios produzidos pelo sistema a ser escolhido. O cidadão de São Paulo exige um transporte coletivo, seguro, confortável, confiável e de qualidade.  

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Informática | Blog

Silvio Pereira
Consultor GlobalNet
 Como fazer e utilizar um Blog?

A origem da palavra Blog é a junção do ambiente de WEB com a palavra LOG, que tem como significado um relatório de ocorrências organizadas por data, e o seu criador Jorn Barger em 1997 separou a palavra em seu site, de forma irônica, na forma de “We Blog”, gerando a palavra Blog.
O Blog foi criado com o conceito de se colocar textos, imagens, vídeos e links de forma organizada e por ordem cronológica. No inicio do seu aparecimento, o Blog era desenvolvido em linguagem HTML e atualizado de forma manual, necessitando de um especialista para criá-lo.  Com o uso maciço da Internet e o surgimento de ferramentas on-line que disponibilizaram de forma simples e rápida a criação do Blog, a popularização cresceu de forma exponencial.
O Blog hoje é utilizado para diversas funcionalidades, desde site de reclamações, informações, noticias, e todo tipo de assunto que possa ser tratada e organizada por data de forma simples, interativa e o mais importante sem precisar conhecer profundamente nenhuma linguagem, a não ser digitar e manipular algumas imagens. Outra grande vantagem do Blog é permitir que o leitor interaja com o assunto tratado e através de configuração, esta interação possa ser permitida, negada ou até controlada a sua publicação.
Ao contrario do que muitas pessoas pensam o Blog não é obrigatoriamente aberto a todos, na sua criação pode ser determinado quem poderá alterar, visualizar ou participar através de cadastro de usuários permitidos.
Uma ferramenta on-line muito utilizada para a criação de blogs é o Blogger (Google), pois é   facil, agil e com uma facilidade em se criar uma aparencia invejavel para qualquer programador de site. Vale a pena utiliza-lo, pois além de ser totalmente gratuito, é estável, confiável, eu recomendo e utilizo.
Acesse: http://www.blogger.com

Sílvio Pereira, engenheiro de formação com pos-graduação no ITA em Segurança da Informação, trabalha a 25 anos com informática, Consultor especializado em Segurança da Informação, Virtualização e Cloud Computing.
email: spereira@gn2.com.br

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Informática | Criptografia

Silvio Pereira
Consultor GlobalNet
 Como utilizar a criptografia para a Segurança dos dados?

A palavra criptografia vem do Grego kryptós, "escondido", e gráphein, "escrita" e foi inicialmente utilizada para passar informações de guerra de forma que somente a pessoa que escrevia a mensagem embaralhada (cifragem) e a outra que podia ler, pois sabia como desembaralhar (decifragem) tinha como interpretar a mensagem. Uma das primeiras formas de criptografia foi utilizada por César (600 a 500 AC) e consistia somente em substituir as letras adicionando uma constante no alfabeto, como por exemplo a palavra “GRUPO1” fosse escrita com uma constante k=2 era convertida para “ITXRQ3”, sendo que a letra “G”+ 2 letras após do alfabeto se torna a letra “I” e assim por diante.
Com o passar dos tempos foram criando combinações e funções matematicas que dificultariam, se tornando até impossível a decifragem não autorizada. Hoje existem duas formas muito utilizadas de criptografia, a chamada criptografia simétrica, aonde a chave utilizada para cifrar a mensagem é a mesma para decifrar, portanto do conhecimento de ambas as partes, e a criptografia assimétrica, que a chave usada para a cifrar a mensagem (publica) não é a mesma utilizada para decifrar (privada), sendo necessario manter somente a  chave privada como sigilosa e de uso pessoal para interpretar a mensagem recebida.
Armazenar os dados de forma criptografada tem muitas vantagens quando queremos proteger os dados que estão no notebook, pen-drive, HD externos ou qualquer meio que armazene informações e que não possa cair na mão de pessoas de forma indevida, pois possui algum sigilo.
Através de softwares de criptografia que automaticamente gravam as informações de forma codificada nestas midias, o usuário necessitara possuir a senha (Passphrase) para ler os dados novamente de forma organizada.
Um software muito utilizado para todas as plataformas Windows, MAC ou Linux é o TrueCrypt, software free open-source, possuindo diversas funcionalidades desde a criptografia total do seu disco rigido, pen-drive, HD-externo como criando uma parte somente destas mídias (disco virtual) para ser armazenado informações sigilosas. Vale a pena utiliza-lo, pois além de ser totalmente gratuito, é estável, confiável, eu recomendo e utilizo. Acesse: http://www.truecrypt.com/

Sílvio Pereira, engenheiro de formação com pos-graduação no ITA em Segurança da Informação, trabalha a 25 anos com informática, Consultor especializado em Segurança da Informação, Virtualização e Cloud Computing.
email: spereira@gn2.com.br

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Informática | Malware


Silvio Pereira
Consultor GlobalNet
Malware, Spam, Vírus, Phishing, ...
Como se prevenir destes incômodos?
Quando conectamos a Internet, colocamos um pen-drive, um CD ou DVD de origem desconhecida no computador, estamos sempre com alguma possibilidade de adquirir algum destes Malwares (Malicious+Softwares). A maneira eficiente de evitar com que isto aconteça está muito ligada ao comportamento do usuário juntamente com a utilização de softwares que possibilitem bloqueios eficientes aos malwares conhecidos. Nunca estaremos 100% seguros, mas se seguirmos algumas regras poderemos estar bem perto do nível de segurança desejado. Para que isto aconteça vamos citar algumas maneiras de se proteger:
Mantenham sempre o sistema operacional e os aplicativos do computador atualizados de acordo com o Fabricante do software, pois normalmente a atualização é feita para corrigir e inibir ataques de vulnerabilidades existentes e conhecidas pelos atacantes (Hackers).
Utilizem sempre um Antivírus e um Antispam, mas nunca se esqueçam de mantê-los atualizados, pois são criados milhares de novos malwares todos os dias.
Outra maneira fundamental de evitar um malware, que é utilizado para roubar informações do usuário com intenção de fraude bancária ou de cartão de credito, conhecido como Phishing é nunca entrar em um site através de um link recebido por email, mesmo que pareça ser confiável, procure sempre entrar no site através do browser e digitando o site desejado. Suspeite também, mesmo que você tenha entrado pelo browser, quando o site tem uma aparência estranha ou lhe peça para fornecer informações pessoais, contas bancárias, senhas, número de cartão de credito, código de segurança ou outras informações sigilosas de maneiras não habituais, se isto acontecer não forneça estas informações, execute uma verificação geral no seu computador através do software instalado. Caso permaneça a dúvida chame um técnico mais experiente para ajudá-lo.
Além destas poucas maneiras citadas, existe o conceito de boas práticas, diversos hardwares e softwares complexos que são criados diariamente para proteger pequenas, médias e grandes corporações. Se precisar de mais detalhes sobre o que deve ser feito para a sua empresa, procure sempre a orientação de um especialista.

Sílvio Pereira, engenheiro de formação com pos-graduação no ITA em Segurança da Informação, trabalha a 25 anos com informática, Consultor especializado em Segurança da Informação, Virtualização e Cloud Computing.
email: spereira@gn2.com.br

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Informática | Banda Larga

Silvio Pereira
Consultor GlobalNet
Banda Larga, AJato, Speedy, Virtua,...
Qual é a melhor solução?
Na hora de escolher a melhor Banda Larga tanto para a nossa casa, suprindo à necessidade dos nossos filhos, como para a nossa empresa, nos deparamos com a seguinte dúvida: Qual a empresa de banda larga vamos utilizar? Infelizmente eu diria que inicialmente a escolha deve ser feita analisando a disponibilidade da empresa que oferece o serviço no local. Quando houver mais de uma escolha procure sempre aquela que apresente um índice de satisfação maior, ou seja, consulte as pessoas que já possuem aquele serviço no seu local, a sua necessidade de velocidade, e claro aquela que lhe ofereça uma velocidade maior com um custo menor. Cuidado somente com as promoções que prometem valores iniciais pequenos, que após alguns meses o valor aumenta e necessite permanecer por um período para não incorrer em multas contratuais. Outro fator de decisão é em relação à tecnologia utilizada pelas prestadoras de serviço. No caso do Speedy da Telefônica, foi adotado o par trançado telefônico como meio de transmissão de banda larga usando a tecnologia ADSL, facilitando assim a implantação, pois já possuía a infraestrutura toda disponível dos atuais assinantes. O único problema desta tecnologia é que para ter um bom funcionamento e velocidade necessita estar próximo das centrais telefônicas, o que em alguns casos é o fator limitante. Já a AJato da TVA e o Virtua da NET utilizam a banda larga através de cabo coaxial, o mesmo utilizado pela TV a cabo, possuindo características de velocidade e distancias superiores ao ADSL, facilitando muito oferecer aos assinantes atuais de TV o serviço de banda larga. Como a infraestrutura de telefonia é maior que a de TV a cabo, a base instalada do uso da tecnologia ADSL é muito mais utilizada no Brasil do que a cabo coaxial.
Caso queira utilizar em local que não tenha empresa de banda larga fixa, precise de portabilidade, baixa utilização, a alternativa seria utilizar o serviço através dos sinais digitais celulares (2G ou 3G). Faça sempre um teste antes para ver qual operadora possui melhor sinal no local, quem tiver a antena de transmissão mais próxima provavelmente deverá ser a sua escolha.
No caso empresarial, consulte sempre um especialista, pois a escolha envolve fatores que precisam ser melhores detalhados visando o acesso de informações não só internos como externos à empresa e principalmente a segurança dos dados que serão transmitidos.

Sílvio Pereira, engenheiro de formação com pos-graduação no ITA em Segurança da Informação, trabalha a 25 anos com informática, Consultor especializado em Segurança da Informação, Virtualização e Cloud Computing.
email: spereira@gn2.com.br

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Informática | Servidor

Silvio Pereira
Consultor GlobalNet
Servidor na pequena e média
empresa, vale à pena investir?
Na minha experiência em trabalhar com pequenas e médias empresas já presenciei muitos questionamentos sobre ter ou não um Servidor. Antigamente ter um Servidor era sinônimo de investir muito dinheiro em um computador que normalmente ficava parado e tinha a única função de armazenar dados. Porém hoje os Servidores das melhores marcas (IBM, HP e Dell) estão com um custo beneficio muito interessante, são equipamentos de altíssima tecnologia, alta disponibilidade e estão servindo para diversas funcionalidades. Um bom exemplo do uso adequado de um Servidor é o armazenamento de dados estarem disponíveis somente para as pessoas autorizadas e de forma organizada tornando muito mais ágil e segura as informações. Outro ponto importante é que devido à centralização das informações, conseguimos manter facilmente cópias de segurança através de rotinas de backup programadas. O sistema operacional de Servidor hoje mais utilizado é o Windows Server da Microsoft, que quando adquirido junto com os Servidores, pode ser disponibilizado uma versão de baixo custo (OEM ou Foundation). Respondendo a pergunta acima, tanto a empresa pequena como a média deveriam investir em um Servidor, pois poderão em curto prazo retornar o investimento evitando as perdas de dados e muitas vezes a fuga valiosa das informações. A configuração ideal de um Servidor deve ser sempre feita por um especialista, procure comprar, ou no mínimo comparar, com os equipamentos de primeira linha (IBM, HP ou Dell), pois estes passam por testes de funcionamento próprios para altíssima disponibilidade e na maioria das vezes o preço é o mesmo dos outros equipamentos que não possuem estas características de vital importância.

Sílvio Pereira, engenheiro de formação com pos-graduação no ITA em Segurança da Informação, trabalha a 25 anos com informática, Consultor especializado em Segurança da Informação, Virtualização e Cloud Computing.
email: spereira@gn2.com.br

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Informática | Desk x Note

Silvio Pereira
Consultor GlobalNet
Desktop ou Notebook?
Qual o melhor local para instalar?
Quando pensamos em comprar um computador, pode surgir à seguinte duvida: Devo comprar um computador de mesa (desktop) ou um computador portátil (notebook)?
A menos de um ano atrás a resposta seria simples, a escolha seria feita pelo preço e o desktop possuía uma grande vantagem. Hoje em dia ficou mais difícil com o aparecimento dos portáteis de baixo custo, porém existem alguns detalhes que podem nos ajudar na escolha, por exemplo: Quando precisamos de telas grandes, alto poder de processamento, uso intensivo de jogos e a mobilidade não é imprescindível, o desktop é imbatível. Se precisarmos de mobilidade, baixo ou médio processamento e não necessariamente de tela de maior tamanho, o notebook pode ser uma boa escolha. É claro que esta receita é simplista e existem notebooks hoje que possuem características de alto desempenho e funções gráficas elevadas, porem sempre terão valores maiores do que os desktops.
Portanto a resposta a primeira pergunta é: Depende das suas necessidades, do que você vai utilizar de software nos dois equipamentos e o quanto esta interessado em investir para ter os benefícios esperados.
Em relação ao melhor local a ser instalado, caso a sua escolha tenha sido pelo desktop e gostaria de ter um certo controle no conteúdo que seus filhos acessem em casa, evitem instalar o equipamento dentro do quarto. O ideal é um local aonde possa estudar e utilizar o equipamento como forma de pesquisa e não somente de divertimento. Caso não seja possível, coloque sempre o monitor em posição que possa ser visualizado a distancia ou quando a porta do quarto é aberta.
Quando a preocupação com o controle não é relevante ou você utilizar um Notebook, usando a rede sem fio (Wi-Fi), procure instalar o ponto de acesso (Access Point) em uma posição mais central aos locais onde o Notebook será utilizado. Oriente a sua operadora de Banda Larga aonde colocar o modem, facilitando a sua instalação e assim evitará problemas de falta de sinal.
No seu escritório ou na sua empresa procure sempre a opinião de um especialista, porque o ambiente de instalação e as necessidades de cada empresa sempre requerem uma analise mais detalhada.
Sílvio Pereira, engenheiro de formação com pos-graduação no ITA em Segurança da Informação, trabalha a 25 anos com informática, Consultor especializado em Segurança da Informação, Virtualização e Cloud Computing.
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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Informática | Wireless

Silvio Pereira
Consultor GlobalNet
Rede sem fio é segura?
Qual padrão usar 802.11a,b,g ou n?
Como em todos os meus artigos gosto de começar contando um pouco da historia destes produtos maravilhosos de informática que nasceram para ficar e claro como sempre evoluir. A rede sem fio, nos padrões mais populares utilizados atualmente, nasceu após uma evolução das padronizações de freqüências abertas criadas pelo órgão americano responsável (I.E.E.E). Em 1999 foi criado o padrão 802.11a e o 802.11b que trabalham com velocidades de 54 Mbps e 11 Mbps. Apesar de 802.11a ser mais rápido o que mais se popularizou foi o 802.11b devido ao preço e as compatibilidades entre as diversas empresas que o produziram. Em 2000 foi lançado um selo de compatibilidade intitulado Wireless Fidelity (Wi-Fi), tornando-se mais tarde sinônimo desta tecnologia. Em 2001 a cafeteria Starbucks implementou em sua rede o acesso Wi-Fi aos seus clientes. Em 2003 foi criado o padrão 802.11g que trabalhava na mesma freqüência do 802.11b porem atingindo velocidades de 54 Mbps e aproveitando desta compatibilidade para o seu sucesso de utilização. Com a evolução das velocidades para as redes com cabos, em 2006 iniciou-se a criação do 802.11n atingindo velocidades de 65Mbps até 600Mbps. A segurança para acesso a rede sem fio inicialmente era feita através do protocolo chamado WEP, que em 2001 foi considerado inseguro. Já em 2002 foi lançado um novo protocolo de segurança o WPA, que vem evoluindo até os dias de hoje (WPA2) e usado de maneira correta garante uma segurança aos usuários e as empresas que o utilizam. Portanto respondendo a pergunta sobre a segurança de rede sem fios, hoje um produto atual bem configurado, utilizando o protocolo de segurança WPA/WPA2, com senha segura, ou outras tecnologias como o RADIUS, utilizado na maioria das empresas, garante uma utilização segura e é praticamente inviolável pelas técnicas hoje disponíveis e utilizadas pelos Hackers. Já em relação ao qual padrão utilizar, caímos naquele velho problema da informática, chamada “base instalada”. Se você for iniciar hoje uma rede sem fio comprando produtos novos vá para o padrão 802.11n senão compre um produto que disponibilize todas as tecnologias em um só para que você possa fazer aquela conexão sem fio daquele equipamento que vem acompanhando você por algum tempo.

Sílvio Pereira, engenheiro de formação com pos-graduação no ITA em Segurança da Informação, trabalha a 25 anos com informática, Consultor especializado em Segurança da Informação, Virtualização e Cloud Computing.
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