quinta-feira, 17 de março de 2011

AMEPI implantará bulevar na Rua dos Pinheiros

O projeto do bulevar da Rua dos Pinheiros começa a tornar-se realidade a partir de amanhã (19), quando será fundada oficialmente a Associação de Moradores e Empresários de Pinheiros (AMEPI). A entidade ficará responsável por coordenar a iniciativa que prevê uma série de intervenções urbanísticas na via, além de promover atividades culturais que visem transformar o local num espaço de convivência dos moradores do bairro e atraiam pessoas de outras regiões da cidade.
A fundação da AMEPI será simbolizada por meio do plantio de exemplares de araucária, espécie de pinheiro nativa do bairro, na Praça Portugal – localizada na confluência das ruas Henrique Schaumann e dos Pinheiros com a Avenida Rebouças – e no Largo dos Pinheiros, em frente à Igreja Nossa Senhora de Monte Serrat. O evento acontecerá às 10h, com a presença de moradores e comerciantes que idealizaram a proposta.

Pontes são arriscadas para pedestres

Atravessar o Rio Pinheiros a pé pelas pontes que o cruzam pode ser considerada uma missão quase impossível devido a ausência de passarelas, faixas de trânsito ou semáforos exclusivos, situação que proporciona diversos riscos aos pedestres. Isso acontece porque as estruturas viárias sobre os rios de São Paulo foram projetadas desde os anos 1940 apenas visando atender ao tráfego de veículos.
Entre as pontes da região sem estas características técnicas estão Eusébio Matoso, Cidade Universitária e Pinheiros, que têm apenas faixas no asfalto indicando o local mais seguro para se passar. A alça do Morumbi é a que proporciona mais segurança, com uma passarela que separa os pedestres dos carros.

Caos no trânsito paulistano começou há cem anos

Os primeiros automóveis apareceram em São Paulo em 1893. No final do século 19 havia quatro deles registrados na cidade – e a população saía à janela para vê-los passar quando foi criada a primeira regulamentação sobre a circulação, em 1903.
Na noite de setembro de 1911, dia da inauguração do Teatro Municipal, teve início o  primeiro grande problema de trânsito na capital paulista, assim descrito em jornais e registros da época, o que faz a cidade completar agora seus cem anos de lentidão.

Reserva de flora nativa da USP ameaçada

Espécies de plantas nativas como cedros, aroeiras, paineiras, palmitos jussara e pimenteiras da reserva de Mata Atlântica da USP, dentro da Cidade Universitária, deram lugar a um terreno dominado por palmeiras-reais, ou seafórtias, “praga” trazida da Austrália há 50 anos, que começou a invadir a reserva e matar a espécies nativas. 
O exército de invasoras já tem 3.000 palmeiras adultas – em toda a reserva, de dez hectares, são cerca de 20 mil árvores.  Mais 3.000 ocupam outras áreas do campus. As mudas são incontáveis.

Parque da aclimação - Jardins parisienses para meditação

O Parque da Aclimação foi originado do “Jardim da Aclimação”, inspirado em logradouro de Paris e implantado por iniciativa privada de Carlos José Botelho. Antes o local servia para a “aclimatação”, temporária, do gado trazido da Holanda. A inauguração ocorreu em 16 de setembro de 1939 e foi tombado pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Arquitetônico) em 5 de outubro de 1986. O parque tem uma área de 118.787 m2, dos quais 65.856 m2 são vegetação implantada, 380 m2 de lago, espelho d´água no Jardim Japonês; viveiro de animais, viveiro de mudas e 1.321 m2 de edificações, contando com: seis entradas para o público, concha acústica, áreas de descanso, bebedouros, bicicletário para 15 vagas, seis churrasqueiras, 40 lixeiras, 49 bancos, nove mesas-bancos, três quiosques, três sanitários e comedouros para pássaros no Recanto do Saci.

Esgotos in natura são despejados em córregos e rios

O cenário bucólico em uma das áreas mais nobres da Capital, o Morumbi, é quebrado assim que se vê o córrego Caxingui tomado por um caldo branco e espesso, poluição causada pelo despejo in natura de esgoto não tratado. Dali, toda sujeira segue para o Rio Pinheiros, que carrega tudo para o já castigado Rio Tietê. Outra parte da água suja com todo tipo de destroços e metais pesados vai direto para as represas Billings  e Guarapiranga, que abastecem a Capital (água que sai das nossas torneiras).
No bairro nobre, 571 imóveis têm ligação clandestina, segundo a Sabesp. Além do Morumbi, há 277 ligações clandestinas na Vila Mariana (Zona Sul), 200 nos Jardins e 27 em Pinheiros (Zona Oeste). Em vez de cair na rede da companhia com destino a estações de tratamento, a água poluída corre por um “atalho” até o córrego mais próximo.

Urbanista projeta São Paulo como metrópole fluvial

Existe uma solução para o caos no trânsito da cidade de São Paulo. O projeto do arquiteto e professor da Universidade de São Paulo, Alexandre Delijaicov, propõe que a cidade retome o uso do transporte hidroviário e se modifique para se tornar mais sustentável.
A ideia é alterar a paisagem tendo como base projetos feitos no final do século 19. Nesse período o intuito era que a capital paulista fosse exemplo hidroviário, assim como ocorre em grandes cidades europeias. Porém, os anos se passaram e o que ocorreu foi um grande crescimento rodoviário.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Rua dos Pinheiros deve ganhar característica de bulevar

A rua dos Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, vai ganhar projeto de revitalização para ficar com características de bulevar. A informação é da coluna Por Aí, publicada todos os sábados no caderno Cotidiano da Folha.
Entidade que reúne moradores e empresários vai coordenar a implementação das mudanças, previstas para ocorrerem em etapas, até o final do ano. O objetivo é terminar as calçadas, que já são mais largas e nas cores vermelho e cinza, em toda a via. A fiação também deve ser encapada, e a iluminação, melhorada.
O local também vai ganhar equipamentos como lixeiras, vasos e bancos, a exemplo do que ocorreu na Oscar Freire. “Também queremos atrair uma boa livraria, um café, uma galeria para a rua dos Pinheiros”, disse Ana Lucia Donnini, que faz parte do grupo.
Fonte: Folha.com

sexta-feira, 11 de março de 2011

Lançamento IPAD2

Silvio Pereira
Consultor
GlobalNet
Estou em viagem para os Estados Unidos e tive o privilegio de presenciar o lançamento inédito do IPAD2.
Há uma semana antes do novo lançamento o preço do IPAD de 16GB estava em U$499,00 e com este novo anuncio o mesmo produto teve queda de U$100,00. O leitor poderia dizer que isto é normal, porem o respeito com o consumidor é que me impressionou, pois todos os clientes que adquiriram o produto na semana anterior tiveram o direito de receber os U$100,00 de volta, bastando ir a loja aonde comprou.

Cheiro forte e gosto ruim da água - Sabesp dá sempre a mesma desculpa

As comunidades e os moradores das Zona Sul e Oeste, continuam revoltadas com o descaso que a Sabesp trata, quando se fala do cheiro forte e gosto ruim da água fornecida à população. Especialista consultado pelo Grupo 1 informa que a Vigilância Sanitária do Estado já deveria ter interditado a Guarapiranga e a Cia. de Saneamento Básico do Estado, utiliza técnicas de tratamento totalmente ultrapassadas. A proliferação das algas, que afeta a qualidade da água fornecida, é sempre a desculpa esfarrapada de todos os anos.