sexta-feira, 22 de abril de 2011

Lixo ainda é problema nas ruas da região

Apesar dos esforços realizados pela Prefeitura de São Paulo para que as ruas do Centro não ficassem tomadas pelo lixo após a Virada Cultural, realizada nos dias 16 e 17 de abril, algumas áreas de outras regiões da cidade continuam sujas com frequência. Entre estes locais estão o Largo da Batata; em Pinheiros, e a Avenida Vital Brasil, no Butantã, onde é comum verificar quase que diariamente pontos viciados de lixo e entulho.
No Largo da Batata, o calçadão entre as ruas Cardeal Arcoverde e Teodoro Sampaio foi revitalizado pela Prefeitura há dois anos, porém, papeis, latas de refrigerante, pacotes de salgadinhos e caixinhas de cigarro se acumulam ao lado de toda extensão do tapume que cerca o terreno utilizado pelo Metrô.
Já na esquina das ruas Fernão Dias e Martim Carrasco o problema é o mesmo, onde há constante circulação de pedestres e um ponto de ônibus. Grandes volumes de materiais descartáveis também se formam na Rua Cunha Gago, nas esquinas com as ruas dos Pinheiros e Alvará Anis, onde há pilhas de entulho, depositadas por carroceiros, segundo comerciantes do entorno.

Dengue tipo 4 é identificada no Estado

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo promoveu a Semana Estadual de Combate à Dengue, na qual cerca de 25 mil agentes foram mobilizados para uma série de atividades especiais nos municípios paulistas, com o objetivo de alertar a população sobre a importância de eliminar criadouros do mosquito Aedes aegypti.
Por todo o Estado foram realizadas atividades de intensificação de busca e eliminação de focos do mosquito casa a casa, orientação para a população, vistoria de escolas, pedágios educativos e arrastões, entre outras ações.
Neste trabalho, a secretaria identificou, pela primeira vez no Estado, a circulação do vírus do tipo 4 da dengue. O caso é de uma moradora do município de São José do Rio Preto, que já está curada. A paciente não tinha histórico de viagem recente a outros estados.
Amostras de sangue da paciente analisadas pelo Instituto Adolfo Lutz, ligado à secretaria, deram positivas para dengue 4, em exames de prova e contraprova. Até hoje o estado de São Paulo tinha registrado transmissão dos vírus do tipo 1, 2 e 3.

Jockey Cidade Jardim: a futura “Jockeylândia” paulistana

Além da Chácara do Jockey, no bairro do Ferreira, a Prefeitura pode desapropriar a sede da entidade na Marginal e a comunidade ganhar um grande parque esportivo e de lazer, também em decorrência da dívida de IPTU que o clube tem com a Prefeitura, avaliada em ao menos R$ 150 milhões, além de pendências fiscais como multas por realização de eventos sem alvará e publicidade irregular. A proposta tem o aval do prefeito Gilberto Kassab, e um decreto de utilidade pública que atesta o interesse da Prefeitura no terreno, já foi publicado. Agora, o que vem à tona, é a desapropriação da área do Jockey na Marginal Pinheiros/Cidade Jardim, assunto que já foi destaque nos últimos anos e que poderá ser realidade para a comunidade, principalmente pela escassez de áreas verdes na Capital. Para falar sobre a especulação imobiliária da futura “Jockeylândia”, o bacharel em Direito pela USP, Roberto Ferrari de Ulhôa Cintra:
“Quatro gerações de minha família frequentaram o Jockey Club de São Paulo, durante quase 80 anos. Diferentes emoções lá sentimos em seus diversos ambientes. No hipódromo em Cidade Jardim, creio que nos seduzia a elegância e as belezas do amplo espaço verde-lúdico, pelo luxo, e pela harmonia de seus domingos ensolarados. Também vibrávamos pelos cavalos garbosos e pelos seus jockeys coloridos. Meu pai divertia-se com suas apostas em “azarões “ e torcia com tal veemência que parecia que um dia teria uma síncope. Foi isso de fato o que um dia ocorreu. E a pule do vencedor, descobri, estava também vibrantemente em seu bolso.
A comida no hipódromo era supimpa e, relativamente, barata. Já na sede da cidade, na Rua Boa Vista, ao luxo conservador do ambiente e do restaurante, somava-se a apetitosa e barata comida, tudo com acesso obtido por estacionamento prático, rápido e barato. Os que trabalhavam na “city“ desfrutavam do seu estacionamento e dos seus espaços elegantes e luxuosos. Era com o prazer de ser rico, o que de fato eu não era, que frequentava esses luxuosos ambientes. Tudo, nos espaços sociais do Jockey, era subsidiado pelo jogo de apostas em cavalos.

dia & noite | Gaston Bonnet

Shopping Butantã recebeu a visita da ministra da Pesca
O Shopping Butantã recebeu, na última semana, a ministra da Pesca, Ideli Salvatti, que esteve no hipermercado do shopping a convite do diretor-executivo do Grupo Carrefour, Armando Almeida, para conhecer a qualidade e os produtos comercializados na área de peixaria por todos os hipermercados da rede.
Na ocasião, lhe foi apresentado o conceito de Rastreabilidade, praticado pela empresa, que consiste em trazer para as gôndolas produtos que respeitem o meio ambiente, socialmente corretos, controlados desde o preparo do solo ou nascimento até a sua exposição, oferecendo assim ao consumidor total confiabilidade e segurança.
No decorrer da visita, que também foi acompanhada pelo superintendente do Shopping Butantã, Julio Cesar Alloe, a ministra demonstrou satisfação ao verificar que o Carrefour estabelece critérios rigorosos que comprovam a qualidade dos produtos vendidos em suas lojas.
Shopping Butantã - Avenida Prof. Francisco Morato, 2718. Fone: 3723-3900

O leitor escreve

OS 70 ANOS DO REI
Recordo 1964
Os meus 14 anos de idade,
Bem jovem, ainda menina
Eu passei a ser sua fã.
Repetidamente em minha vida
Tantos e tantos shows seus eu vi e
Os momentos foram sempre de muita emoção

Como o tempo passou rápido e eu
Ainda guardo todos os discos antigos e as
Rosas que recebi de suas mãos
Lamento os acontecimentos tristes de sua vida, mas
Orgulhosa me sinto, pois hoje aos
Sessenta anos eu continuo a ser sua fã


Minha homenagem a Roberto Carlos, este ser humano incrível, este artista insuperável.
Idely

Parque colina de São Francisco

O parque é um eucaliptal com o seu bosque composto por aves nativas em regeneração. Até o presente momento foram observadas 21 espécies, destacando-se o papagaio-verdadeiro (espécie ameaçada de extinção no Estado), que nos seus deslocamentos na cidade utiliza o parque como área de descanso. Também pode-se notar a presença dos inquietos pula-pula, das diversas vozes do pitiguari, além dos pica-paus: pica-pau-de-cabeça-amarela, pica-pau-do-campo e de grupos de birro. Há a oportunidade de diferenciar pelo canto as espécies semelhantes (gêmeas) como o nei-nei e o bem-te-vi, além da diferença do tamanho do bico, que no nei-nei se apresenta maior e mais grosso quando comparado com o bem-te-vi. O parque é bastante sombreado por árvores de grande porte, cujo aspecto de mata nativa favorece a prática de contemplação da natureza.
A área conta com 49.053 m2 com trilhas, sanitários, miniplaygrounds, pista de cooper e caminhada, paraciclo, ciclovia, praça de jogos e aparelhos de ginástica. Sua flora é composta de eucaliptal em terreno íngreme, com exemplares adultos esparsos de espécies diversas, além de áreas ajardinadas, observando-se um córrego na parte mais baixa do terreno. No subosque em regeneração do eucaliptal foi realizado plantio de mudas de espécies arbóreas nativas e exóticas. Destacam-se exemplares de tapiá-guaçu, embaúba, angico, cedro-rosa, açoita-cavalo, capixingui, pau-jacaré, tipuana, saguaraji-vermelho e jerivá.
Serviço: Parque Colina de São Francisco - Rua Doutor Cândido Mota Filho, 751 – Butantã.  Tel.: 3768-9168. Horário: das 6h às 18h/ 6h às 19h (verão).

Ressurreição

Na Páscoa festejamos a ressurreição de Jesus Cristo. Fato único na história da humanidade. Cientificamente comprovado, este evento alicerça nossa resposta de adesão pela fé. Já circula em Portugal e em breve será publicado também no Brasil, o segundo volume do livro de Josef Ratzinger, atual Papa Bento XVI, Jesus de Nazaré. O penúltimo capítulo é totalmente dedicado à documentação histórica da ressurreição de Jesus. Ratzinger não fala aqui como Papa, nem como teólogo, mas como historiador.  
A ressurreição de Jesus, centro da história, já representou através de nós, cristãos, um notável salto de qualidade da vida psicológica e prática de milhares de pessoas. Se você ainda se sente meio nas “brumas da vida”, que tal deixar-se iluminar pelo clarão do Ressuscitado, nesta santa Páscoa da Ressurreição?
Padre Vitor Bertoli é responsável pela Paróquia Sr. Bom Jesus dos Passos e conselheiro deliberativo da Associação de Moradores e Empresários de Pinheiros (AMEPI).

Rodoviária da Vila Sônia: moradores e comerciantes temerosos com desapropriações

Moradores e comerciantes do Butantã/Vila Sônia estão apreensivos com o projeto da Prefeitura de São Paulo para a construção de um terminal rodoviário na região, já que as obras vão levar à desapropriação de inúmeros imóveis, principalmente comerciais, a maioria deles instalados no bairro há mais de 20 anos.
O prefeito Gilberto Kassab já abriu licitação para viabilizar a Rodoviária da Vila Sônia, cuja implantação é discutida há mais de 30 anos. O terminal deverá ter 16 plataformas e levará à desapropriação de uma área residencial e comercial de 21.500  m2, equivalente a três campos de futebol. Só o estacionamento terá 13,6 mil m2.

Paisagismo - Mais vida a ambientes comerciais

A decoração com plantas deixa o ambiente profissional mais leve, bonito e agradável. Veja como deixar seu escritório mais harmonioso com as dicas de uma especialista.
Ambientes comerciais remetem à rotina, papeis, reuniões, metas e tantas coisas mais. As pessoas passam a maior parte do tempo dentro destes locais, pois em média, trabalham ao menos cinco dias por semana, ocupando grande parte do seu tempo. Por isso, é fundamental que o espaço comercial seja agradável e receptivo. Algumas atitudes podem quebrar o gelo e gerar mais rendimento, como colocar um pequeno arranjo com flores em cima da mesa ou espalhar vasos com plantas em recepções, escritórios, salas de reunião, corredores, hall, lojas, show-room, salões, entre outros locais, e também fazer jardins na entrada ou áreas nos arredores do prédio.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

O Poder do Desenvolvimento de Software

Silvio Pereira
Consultor
GlobalNet
Em 1983 quando iniciei o meu mestrado em Ciência da Computação na USP as linguagens de programação eram poucas e trabalhosas. Algol, Cobol, Basic e Assembler eram as mais usadas e demandavam horas de trabalho para obtenção de pequenos resultados.
Com a evolução do hardware, sistemas operacionais, interface gráfica e a introdução de novas linguagens este ambiente se tornou vasto e complexo.
A grande duvida de um programador nos dias de hoje é qual linguagem mais apropriada ira utilizar para o desenvolvimento da aplicação desejada.
Os grandes fabricantes de software como a Microsoft, Oracle, Google e Apple disputam este mercado e fornecem softwares de desenvolvimento gratuitos cada vez mais interessantes atraindo vários programadores para a sua plataforma.
O Google criou um site que disponibiliza a sua ampla plataforma de desenvolvimento incluindo o sistema operacional Android, a Apple com a sua plataforma de desenvolvimento voltada exclusivamente aos seus produtos e acreditando na venda dos produtos através da Applestore, a Oracle, além do seu banco de dados campeão, tem o Java como a sua bandeira de desenvolvimento e a Microsoft, tradicional em venda de ferramenta de desenvolvimento, também esta oferecendo alguns produtos gratuitos aos desenvolvedores para que as aplicações continuem necessitando da sua plataforma de software.