sexta-feira, 17 de junho de 2011

Sabesp segue o Paulistano e polui todos os lugares

Se não bastassem todos os desmandos praticados durante anos pela Sabesp em relação à falta de tratamento dos esgotos da região metropolitana de São Paulo, às vésperas do tradicional Festival Internacional de Inverno, Campos do Jordão, a 180 km de São Paulo, não possui ainda coletores tronco para tratamento de seus esgotos. Resultado: os milhares de visitantes, principalmente paulistanos que visitam a cidade, principalmente nesta época do ano nem faz ideia que os rios que cortam a estância climática recebem 100% do esgoto produzido no município, sem tratamento. Lagos também recebem dejetos in natura, segundo reportagem do "Estado de São Paulo" do último domingo dia 15. 
As promessas da Sabesp em dar início às obras da estação de tratamento já viraram lenda para a população local, bem como nas cidades litorâneas e do interior. Em uma mercearia no Morro das Andorinhas, região da mata ocupada ilegalmente que pode ser avistada logo na entrada da cidade, moradores e comerciantes pagam por um tratamento de esgoto que não recebem. Eles relembram da promessa ouvida quando chegaram à cidade, há 41 anos.
O risco de contágio de doenças também preocupa gente que vive perto do rio. Até mesmo quem trabalhou na medição de terrenos para o projeto de criação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) não acredita na solução do problema.
Problema antigo

Venda de imóveis novos cai cerca de 50%

De acordo com o Secovi-SP (Sindicato de Habitação), as vendas de unidades residenciais novas na capital paulista despencaram 43,7% no confronto com o mesmo em 2010, enquanto os lançamentos de imóveis recuaram 16,4%.
Já a comercialização de moradias usadas teve redução de 15,7% nesse intervalo, segundo o Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado).
José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP, destaca que um fator determinante na queda foi o aumento no endividamento das famílias. “O comprometimento da renda está muito alto, o que reduz a possibilidade de obter financiamento”.
Apesar disso, Viana podera que o mercado segue com volume “forte de negócios”, tanto em vendas quanto em financiamentos. “Estamos vivendo um momento de equilíbrio após o pico extraordinário”.
“O crédito continua crescendo, as condições dos financiamentos seguem favoráveis e o mercado de trabalho se mantém em alta, com mais emprego e renda”, ressalta a coordenadora de projetos da construção da Fundação Getúlio Vargas, Ana Maria Castelo.
Para Viana, também deverá haver uma estabilização no valor. “O preço alto é um fator impeditivo nos negócios. Daqui para a frente não haverá queda, mas a progressão será em ritmo menor”, destaca.

População se rebela contra venda da subprefeitura

Representantes de 15 entidades civis da Zona Oeste começaram a se organizar contra a venda do terreno da Subprefeitura de Pinheiros, localizado na Avenida Nações Unidas, 7.123. Num encontro realizado na sede da Gazeta de Pinheiros - Grupo 1 de Jornais, na última sexta-feira (10), as associações estabeleceram que exigirão do prefeito Gilberto Kassab uma revisão da medida, que, segundo eles, apresenta irregularidades e pode afetar os serviços prestados pela regional à população.
A possibilidade do terreno de 34 mil m² onde está a subprefeitura ser vendido foi confirmada em maio, quando a Câmara Municipal aprovou um pedido do Executivo para alienação de dez áreas da cidade. O propósito da iniciativa é que estes locais sejam trocados pela construção de creches em regiões carentes de infraestrutura, a fim de reduzir o déficit de vagas da rede pública da Capital.
Porém, apesar das entidades não serem contra o aumento do número de creches, alegam que o projeto pode prejudicar a população, pois a Prefeitura de São Paulo ainda não indicou uma alternativa de endereço para a subprefeitura, visto que os terrenos disponíveis na região estão cada vez mais raros. Outra preocupação do grupo é quanto a capacidade da administração local atender as necessidades dos munícipes durante a possível relocação.
Ainda de acordo com as associações, o planejamento da Prefeitura de São Paulo apresenta incoerências na intenção de vender o terreno da regional, que tem como base a Lei 13.880/2004. Isso porque o artigo 1º da determinação contraria o Plano Diretor Estratégico de 2002, conforme concluiu o juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública, Ronaldo Frigini, após a Promotoria de Habitação e Urbanismo mover uma ação civil em fevereiro.
O Plano Diretor especifica que o terreno deve ser um parque, assim como é a Praça Victor Civita, na Rua Sumidouro. Porém, as duas áreas apresentam o solo contaminado, permitindo assim, que a subprefeitura permaneça onde está instalada. Portanto, a negociação está impedida no momento, como especifica a sentença do juiz Ronaldo Frigini.
No entanto, a diretora executiva do Movimento Defenda São Paulo, Lucila Lacreta, teme que a revisão do Plano Diretor prevista para 2012, seja utilizada como pretexto para mudar a destinação do terreno. “Alterar o planejamento da cidade para que seja permitida a alienação do espaço seria uma afronta à população, que participou da elaboração das regras regionais de ocupação do solo, isso não pode ser permitido”.
União de forças

Projetos de trânsito ainda em fase de testes

Em abril de 2006 a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) começou a testar os paineis de Mensagem Variável. No início dos testes, a CET informou que os paineis ficariam 24 horas conectados à central de operação. Deveriam informar ocorrências como alagamentos, acidentes e rotas opcionais. Ou até ajudar em campanhas de conscientização.  
Os 23 equipamentos espalhados nos principais corredores da cidade, testados desde 2006, estão desligados. Esse é um dos projetos da CET que não funcionam 100%. A Zona Azul Digital, também em fase de testes desde 2006, já não funciona como foi previsto. No site da Companhia, a informação é que é possível controlar créditos pelo celular. Na prática, isso não funciona.  
“Paineis foram instalados em pontos estratégicos da cidade. Poderiam informar a situação do trânsito naquele trecho e quais as opções de rota alternativa”, lembra o arquiteto e urbanista Flamínio Fichmann, consultor de engenharia de tráfego. Segundo ele, a CET poderia adotar um modelo usado em Paris. “O sistema poderia informar quanto tempo o motorista vai levar para chegar até certo ponto se permanecer naquele corredor”.
A CET diz que contratou empresa para recuperar os 23 paineis de mensagens. E a previsão é que os equipamentos estejam operando em 90 dias. O valor do contrato é de R$ 1,2 milhão. Já a Zona Azul Digital faz parte de projeto de requalificação de estacionamentos, desenvolvido pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e do Trabalho. 

Teatro Municipal - Arte renascentista volta a brilhar

O Teatro Municipal de São Paulo reabriu as portas ao público no último dia 10 após uma reforma que durou 2 anos e 8 meses e consumiu R$ 28,3 milhões em recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e da Prefeitura de São Paulo. Vitrais, portas, cortinas, tapetes, pinturas, assoalho, som, iluminação e poltronas não foram ignorados pelo time de profissionais que tocaram a obra, entre eles arquitetos, engenheiros, eletricistas e historiadores. “Queríamos fazer uma grande restauração, resgatar o projeto inicial do teatro”, diz a arquiteta Rafaela Bernardes, do Departamento do Patrimônio Histórico da Prefeitura e uma das responsáveis pela reforma.
Tinindo de novo, o Municipal terá uma grande novidade na área gastronômica. Até o fim de junho, deve entrar em funcionamento o Café do Teatro Municipal, com cozinha de Adolfo Gorenstein e ambiente com móveis criados pelos irmãos Campana.
Histórico
O Teatro Municipal foi inaugurado em setembro de 1911, inspirado na Ópera de Paris e tem na arquitetura exterior, traços renascentistas barrocos do século 17. O prédio passou por duas grandes reformas: a primeira entre 1951 e 1955, e a segunda entre 1986 e 1991. Nesta reforma atual, a mudança é sutil e pode ser notada, por exemplo, na perfeição das pinturas murais que ornamentam paredes e tetos, na limpeza dos vitrais, na cor viva dos tapetes e das cortinas.
“Nós restauramos 25 conjuntos de vitrais”, contabiliza Rafaela. Para isso, eles eram removidos, desmontados, limpos e remontados. O teatro virou um grande canteiro de obras com ateliês montados onde houvesse espaço. “O trabalho de restauro das peças foi quase todo feito aqui mesmo”, detalha Rafaela.
Serviço:
Teatro Municipal de São Paulo - Praça Ramos de Azevedo, s/nº, Centro. Telefone: (11) 3397-0300 / Bilheteria: (11) 3397-0327

Poluição sonora: zona Oeste continua campeã em barulho

Roubos, furtos e outros crimes graves não são mais a maior demanda da Polícia Militar nos finais de semana. De sexta a domingo, as ocorrências mais recebidas pelo telefone 190 estão relacionadas ao barulho, com 60% das chamadas. Em dias normais, esse índice é inferior a 10%. Bairros como Vila Madalena, Pinheiros (zona Oeste); Itaim Bibi, Moema (Zona Sul) e Jardins (Centro), redutos de casas noturnas, boates, igrejas, restaurantes e barzinhos, fazem com que a vizinhança fique em desassossego devido ao barulho constante.
Dados do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) mostram que a região campeã de chamados continua sendo a zona Oeste, principalmente os bairros de Vila Madalena e Pinheiros, onde estão concentrados bares, restaurantes e casas noturnas. Ali, de sexta-feira a domingo, a PM diz que praticamente a metade das viaturas de plantão é usada para checagem de perturbação de sossego.
Segundo do capitão da PM, Emerson Massera Ribeiro, perturbação do sossego é contravenção penal, cuja pena é de prisão de 15 dias a 3 meses ou multa. Como é considerada de menor potencial ofensivo, geralmente acarreta penas alternativas.  O capitão explica que a fiscalização dos casos de barulho em estabelecimentos comerciais é de competência da Prefeitura de São Paulo – mais especificamente do Programa de Silêncio Urbano, o Psiu. Já a Prefeitura informou que de janeiro de 2009 a janeiro deste ano a região de Pinheiros teve 3.129 chamados; na Vila Madalena, 1.777; na Lapa, 1.638.
Como registrar queixa

Começam as desapropriações para o monotrilho - Linha 17

Mesmo ainda tendo que cumprir 55 exigências do Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Cades) para implantação do monotrilho da Linha 17 - Ouro, o Metrô de São Paulo já iniciou o processo de desapropriação do projeto. No último sábado (11), foi decretado no Diário Oficial do Estado que os terrenos onde estão 65 imóveis na Zona Sul passam a ser de utilidade pública.
A Linha 17 - Ouro, que ligará a Estação Morumbi da Linha 4 - Amarela à Estação Jabaquara da Linha 1 - Azul, passando pelo Aeroporto e Congonhas, será operada por meio do sistema de monotrilho, com trens de média capacidade que circulam por vias elevadas de até 15 metros de altura. As primeiras desapropriações serão realizadas nos bairros do Campo Belo e da Saúde, onde os terrenos correspondem juntos a uma área de 21,3 km². Dos 65 imóveis a serem demolidos, 39 são residenciais.
Mas, o projeto tem resistência das associações dos bairros onde estão previstas estações. Para as entidades, o monotrilho é um meio de transporte que deve iniciar operação com capacidade já saturada, visto que o número de usuários a ser atendido deve superar as perspectivas de demanda do Metrô. Ainda de acordo com os moradores, o modelo de transporte mais adequado para a região seria o metrô convencional, que proporcionaria menos impactos nas áreas do entorno quando concluído.

Analice Fernandes X Geraldo Cruz

O deputado Geraldo Cruz (PT) apresentou dia 15 último, à Comissão de Infraestrutura, requerimento de convocação da presidente da Sabesp, Dilma Pena, para prestar esclarecimentos sobre a insuficiência e precariedade dos serviços de abastecimento de água e tratamento de esgoto, tendo em vista as matérias publicadas na Gazeta de Pinheiros e todos os jornais do Grupo 1. A bancada do PSDB reagiu e não tomando conhecimento dos fatos alarmantes das denúncias que afetam a saúde pública e de vários problemas que envolvem a Sabesp, impediu a convocação, que deverá ser feita em forma de “convite”, ainda sem data marcada. A polêmica marca a “defesa” da deputada Analice Fernandes (PSDB), que não se inteirando dos fatos só vê o lado político da questão, em detrimento das irregularidades que estão ocorrendo na estatal.

Informações sobre pedidos de indenização por danos elétricos

A AES Eletropaulo informa que os pedidos de indenização por danos elétricos (PID) são regulados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e seguem as seguintes normas:
·        Os clientes encontram o formulário para solicitar o PID no site da concessionária (www.aeseletropaulo.com.br) e nas lojas ou rede conveniada de atendimento (o endereço do local mais próximo da residência do cliente está impresso na fatura de energia);
·        Os pedidos devem ser feitos no prazo de até 90 dias corridos, após o aparelho ter sofrido dano elétrico. É importante que o cliente tenha os seguintes dados no momento de preencher o formulário:
o     Data e horário provável da ocorrência do dano;
o     Confirmação que o solicitante é o titular da unidade consumidora. Casos em que outra pessoa for a uma loja ou posto representando o cliente cadastrado será necessária uma procuração sem firma reconhecida;
o      Relato do problema apresentado pelo equipamento elétrico;
o      Descrição e características gerais do equipamento danificado, tais como: marca, modelo e tensão.
·        A indenização ocorrerá após a análise técnica e a confirmação de que o dano ao aparelho foi causado pela rede elétrica.

Implantes dentários

Perguntas mais frequentes sobre o assunto
O que são implantes dentários osseointegráveis?
Implantes dentários osseointegráveis são pequenos parafusos confeccionados em titânio puro que podem ser colocados dentro dos ossos maxilares, funcionando como fixação para diferentes tipos de próteses dentárias,de um único dente, de vários dentes, ou até mesmo de todos os dentes.
O implante tem rejeição?
O implante dentário é de titânio puro,  não sofre corrosão, não produz nenhum tipo de reação antigênica no organismo, sendo imunológicamente inerte, portanto não tem rejeição. Como a boca é um local contaminado, mesmo com todos os cuidados de anti-sepsia pode ocorrer infecção no local e levar a perda do implante, mas é um percentual muitíssimo pequeno.
Quais são os riscos para a colocação dos implantes?
Na avaliação pré-cirúrgica é feita a medicação pré–operatória com analgésicos, antiinflamatórios e antibióticos. Os exames pré-operatórios liberam o paciente para cirurgia, diminuindo ainda mais os riscos de complicações. É considerada uma cirurgia oral menor.
Dói para colocar os implantes?
Não. A melhor coisa de todo este processo é que não se tem dor. Obviamente trata-se de um procedimento cirúrgico  e será nescessário medicações específicas para o controle da inflamação pós-operatória, assim como antibióticos (remédios que combatem infecção) e analgésicos, que o cirurgião poderá prescrever em caso de necessidade.
Quantos implantes podem ser colocados em uma cirurgia?
De 1 a 8 implantes em uma única cirurgia,dependendo de cada caso.
Dr. Rodrigo Cury Tanios
Serviço: RCT Odontologia (Rodrigo Cury Tanios). Rua Paes Leme, 69 – Pinheiros. Tel.: 3034-3238.