sexta-feira, 9 de março de 2012

USP enfrenta nova polêmica: iluminação ruim

Pelo que parece a USP passa mesmo por um período difícil, com acontecimentos internos que só depõem contra o título de instituição número um do País.
Primeiro foram os vários assaltos e até uma morte ocorrida no campus. Logo depois vieram os desentendimentos entre alunos e reitoria, que gerou um grande conflito com a Polícia Militar.
Agora, estudantes dizem que o campus segue mal iluminado mesmo após o assassinato do universitário em maio de 2010.
Segundo matéria publicada na Folha de S. Paulo, em meio a intensos debates sobre a questão da segurança no campus da USP no Butantã,  alunos de cursos noturnos continuam tendo de enfrentar um dos pontos críticos apontados pela própria reitoria: a iluminação ruim.
Em maio do ano passado, depois da morte do aluno Felipe Ramos de Paiva, 24, o reitor da USP, João Grandino Rodas disse em entrevista à Folha, que além de ser a favor da polícia no campus, resolveria a questão da iluminação em até um ano.
O convênio entre a USP e a Secretaria de Estado da Segurança Pública que aumentou o policiamento no campus foi assinado em setembro.
Ruas como a do Matão, perto do prédio da Biologia, e do Lago são  apontadas como as mais escuras e perigosas.
A assessoria da reitoria afirma que um projeto para instalar 7.000 pontos de luz, mais que o dobro do que existe hoje, já foi licitado. Esse novo sistema será implantado gradativamente nos pontos que mais necessitam até o final do ano.

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